sexta-feira, 16 de março de 2012

A GALINHA E O POMBO (josé Maria de Oliveira)


A GALINHA E O POMBO


           Num quintal havia uma galinha muito vaidosa e cantava muito bem, todas as tardes subia no poleiro e cantava para uma grande quantidade de galos, galinhas, aves diversas e outros animais; tinha um galo bonito, tímido e analfabeto, tentava de tudo para  namorar a cantora, mas não sabia como conquista-la; bem ao lado dele tinha um pombo malandro e alfabetizado, de bico aberto, babando de amor também pela galinha. O galo se aproximou, o cumprimentou e falou: Ela é demais! O pombo confirmou balançando com a cabeça, então o galo não perdeu tempo, puxou mais conversa e sabendo que ele sabia ler e escrever, entrou logo em ação; forjou uma amizade por acreditar que ele era tolo e o pediu para escrever uma mensagem de amor para a galinha; o pombo maquiavelicamente a escreveu, só que assinou com o nome dele. O galo satisfeito, não se preocupou que o pombo fosse tão malandro, mandou entregar a mensagem a galinha e ficou aguardando o resultado pensando que estava abafando; Ela a recebeu e  leu, achou lindíssima, vaidosa como era,  cantou..., cantou melhor.  Feliz...!,  passou a observar na platéia quem era aquele admirador tão romântico, como ficava difícil saber; ao terminar a apresentação, resolveu agradecer ao admirador que lhe mandara aquela linda e romântica mensagem;  O pombo  se manifestou e a galinha o chamou para o poleiro, agradeceu, deu um beijo no bico dele, cantaram juntos, se apaixonaram e foram felizes para sempre e o galo malandro e analfabeto, triste e decepcionado, sobrou.


José Maria de Oliveira

quinta-feira, 15 de março de 2012

AS TRÊS PERSONALIDADES DO HOMEM


Todo homem tem três personalidades:

- A que pensa;
- A que possui;
- A que julga possuir.

FÁBULA


NÃO SE ESQUEÇA DO PRINCIPAL

Conta a lenda, que certa mulher muito pobre, carregando uma criança ao colo, ao passar a frente de uma caverna, escutou uma voz misteriosa que lá dentro dizia:
“Entre e apanhe tudo o que você desejar, mas não se esqueça do principal. Lembre-se porém de uma coisa: depois que você sair, a porta se fechará para sempre. Portanto, aproveite esta oportunidade, mas não se esqueça do principal.”
A mulher então entrou na caverna e lá encontrou muitas riquezas. Fascinada pelo ouro, pelas jóias, pôs a criança no chão e começou juntar tudo o que podia em seu avental.
A voz misteriosa falou novamente:
“Você agora, só tem dez minutos.”
Esgotados os dez minutos, a mulher carregada de ouro, jóias e pedras preciosas, correu para fora da caverna e a porta se fechou...
Estando já do lado de fora, lembrou-se então que a criança lá ficara e a porta estava fechada para sempre.
A riqueza durou pouco e o desespero para sempre...

Nota: - Deste mundo só levaremos as boas ações que fizermos. Comece já; agora, plante
uma semente de amor em seu coração e distribua a todos, o seu fruto será a única coisa que poderá levar daqui.

AS GÔNADAS –CONTINUAÇÃO (5ª FEIRA)


DOIS TIPOS DE GLÂNDULAS

Glândulas são órgãos, formados por tecidos especializados, que produzem ou secretam substâncias indispensáveis à harmonia do corpo. Em sua natureza intrínseca, há dois tipos de glândulas. Um destes tipos possui dutos ou canais através dos quais passa a sua secreção específica, a caminho de seu destino final. As glândulas providas de dutos são chamadas de glândulas exócrinas. São exemplos as glândulas salivares, lacrimais e o fígado. As secreções das glândulas exócrinas são descarregadas diretamente sobre as superfícies das partes onde sua influência será exercida.
O outro tipo de glândula é o desprovido de dutos e abrange as glândulas endócrinas. A palavra endócrina é derivada de duas palavras gregas: endo, que significa “dentro” e krino, que significa “eu separo”. Parece, portanto, que a palavra “endócrina” se refere às funções internas e secretas dessas glândulas sem dutos, altamente especializadas. Ao contrário das glândulas exócrinas ou providas de dutos, as secreções das glândulas endócrinas são lentamente descarregadas na corrente sanguínea pelas células que formam as glândulas. O sangue então transporta os elementos glandulares para as diferentes partes do corpo.
As glândulas endócrinas que conhecemos são: as gônadas, o pâncreas, as supra-renais, o timo, a tiróide, as para-tiróides, a pituitária e a pineal. Cada uma dessas glândulas endócrinas tem um papel específico na economia de nossa vida física e tem uma correspondência com funções análogas de nossa vida psíquica. Por conseqüência, o estudo das glândulas podem nos levar a uma avaliação mais completa de nosso EU psíquico.

quarta-feira, 14 de março de 2012

AS GÔNADAS

AS GÔNADAS

Existe um antigo aforismo  que diz mais ou menos o seguinte: “Só sentimos falta da água quando o poço seca”. Realmente, só depois que o poço está seco é que compreendemos o verdadeiro valor da água em nossa vida diária. De forma análoga, só através do mau funcionamento ou exaustão de uma glândula é que chegamos a uma apreciação mais completa das contribuições glandulares à economia de nossa vida física é psíquica. Sendo assim, grande parte do que sabemos sobre a função glandular surgiu do estudo e análise de pessoas e animais que perderam a função de uma glândula ou sofrem de alguma deterioração da função glandular. Mas o que são glândulas?

DOIS TIPOS DE GLÂNDULAS - Este assunto será postado amanhã

terça-feira, 13 de março de 2012

INFORMAÇÃO


NÃO PENSAMOS UNICAMENTE COM O CÉREBRO

O pensamento abrange todo o corpo numa série de impulsos nervosos, centrados no cérebro.
Exemplo: Com a raiva, o rosto torna-se branco ou vermelho; os olhos se dilatam; os músculos se comprimem ao ponto de estremecerem.
O CONSTRAGIMENTO também causa dilatação dos vasos sanguíneos no rosto ou o enrubescimento. De igual maneira outras emoções desta espécie causam distensão e compressão muscular. Quando habituais, causam dano ao corpo, pois a emoção afeta o sistema ENDÓCRINO. Um medo agudo, súbito, tal qual uma pancada no motor, envia um impulso às glândulas supra-renais que compelem a adrenalina para dentro do sistema fazendo pular o coração, ao mesmo tempo que torna ofegante a respiração com a sobrecarga verificada no respectivo centro cerebral.